Dançar sentado pode?

Encontro Brabo: jovens e idosos de Manguinhos

Encontro Brabo: jovens e idosos de Manguinhos

Pode! Pode dançar sentado. Especialmente se dançar sentado possa ser uma forma de fazer jovens, adultos e idosos brincarem como iguais, sem distinção de idade. Dançar sentado pode! A ideia fica ainda melhor se houver uma troca de energias que permita a todos saírem dessa roda mais felizes do que entraram, surpreendendo-se em vivenciar como pode ser simples escutar o outro e beber dessa água que é gente. Há várias formas de fazer isso e hoje descobrimos que a dança é uma delas. E sim, pode dançar sentado!

Esta reunião braba aconteceu na “gaiola” da ENSP. É a Sala do PASI – Programa de Atenção à Saúde do Idoso do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria. Além dos idosos de Manguinhos usuários do serviço de saúde, jovens alunos do Programa de Produção Cultural em Divulgação Científica do Museu da Vida.

Melissa Coelho contou histórias da Amazônia. Histórias que de alguma forma se relacionavam à dança, nosso elemento de integração da tarde. Em seguida, Carlos Bizarro e Leila Rasina falaram sobre promoção da saúde do idoso, e como atividades simples como dançar sentado, ou mesmo a brincadeira de tentar lembrar os detalhes das histórias contadas por Melissa podem fazer bem para a saúde.

Finalmente então chegou a hora da integração. Pela dança! Primeiramente todos sentados, e logo em seguida, todos em pé, dançando em pares. A brincadeira terminou com todos em roda celebrando o encontro. Na dança, Jovens e idosos brincaram, sorriram e sentiram como podemos ser iguais, apesar das diferenças. Errar era divertido e o que mais importava ali era uma troca de afetos, onde pelas expressões felizes no rostos, a imensa maioria dos 53 presentes saiu desse encontro mais feliz do que entrou.

Viva!

Melissa Coelho conta histórias da Amazônia

Melissa Coelho conta histórias da Amazônia

Esta foi mais uma atividade do Projeto Geração da Leitura tem como objetivo estimular o intercâmbio cultural entre idosos, visitantes e funcionários do Abrigo do Cristo Redentor de São Gonçalo, realizando atividades artísticas e culturais, que permitam a construção da memória e a valorização da cultura e da história de vida dos idosos abrigados.

Para este projeto, o Coletivo Experimentalismo Brabo conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, permitindo a realização de atividades de troca cultural entre gerações em outros territórios, em atividades como esta, em Manguinhos.

BIBLIOGRAFIA BRABA DO DIA:

SALDANHA, Paula. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.

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