Mostra fotográfica sobre o Projeto Marias

2018.05 Projeto - Marias (15)

Jeferson Mendonça fotografa Daiana, uma das crianças atendidas pelo projeto.  Foto: Leo Salo

Olhar, acolher, informar, incluir. Idealizado pela psicopedagoga Norma Maria, o Projeto Marias surgiu em Manguinhos (Zona Norte da cidade do o Rio de Janeiro) com o objetivo de trazer informação para famílias em que há pessoas com deficiências e/ou necessidades especiais. A iniciativa busca a produção social da saúde a partir de ações que possam resultar na ampliação do acesso às áreas de educação e saúde, bem como ao mercado de trabalho e outros direitos de cidadania já garantidos por lei.

Parte da potência deste trabalho pode ser conhecida nas fotografias de Jeferson  Mendonça (COC/Fiocruz) e Leo Salo (ICICT/Fiocruz), que desde 2016 produzem imagens de ações desenvolvidas pelo Projeto Marias. A mostra fotográfica será na Fundação Oswaldo Cruz (Centro de Recepção do Museu da Vida) e ficará em cartaz do dia 24/05 ao dia 16/06

A mostra é fruto de uma parceria entre a ASFOC-SN, o Museu da Vida, o Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz e o Coletivo Experimentalismo Brabo.

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FICHA TÉCNICA

Idealização e Produção. Jeferson Mendonça (COC/Fiocruz) e Leo Salo (ICICT/FIOCRUZ).

Assistente de produção. Vânia Albertini.

Fotografia. Jeferson Mendonça (COC/Fiocruz) e Leo Salo (ICICT/FIOCRUZ).

Curadoria. Michele Soltosky (UFF) e Rosinalva Souza (ICICT/FIOCRUZ).

 

CIRCULAÇÃO:

2018:  Museu Da Vida; Fiotec e Fiocruz Expansão (Rio de Janeiro).  Associação Médica Fluminense e Espaço Cultural AMF/Unimed (Niterói).

2019: Colégio Pedro II Campus São Cristóvão II e Centro Universitário Augusto Motta (Rio de Janeiro).

 

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VII Picnic Literário de Manguinhos

2013. 06 - Picnic Literário III Anastacia (67).JPG

Foto: Anastácia Santos

 

Um banquete de palavras, um murmurar de histórias. Sentar na grama e ouvir livros falantes em uma tarde preguiçosa. Trocar ou simplesmente levar saberes encadernados pra casa e deixar a imaginação te levar. Um banquete, um gramado, boas histórias se contam assim…

Ocupar o espaço público com atividades de promoção da leitura e valorização da cultura local que possam ainda se integrar e divulgar as iniciativas e instituições culturais: este é o desafio deste Picnic Literário, uma ação idealizada pelo Coletivo de Integração Artística de Benfica – ­ CIAB. A primeira edição ocorreu em março de 2013, na Praça do DESUP, em frente à Biblioteca Parque de Manguinhos.

Em Março de 2019, exatamente 6 anos depois da primeira edição, o Experimentalismo Brabo e o Recriando Manguinhos se unem para realizar o Picnic Literário de Manguinhos 2019. A sétima edição será no dia 23 de março, às 15 horas, no mesmo local onde tudo começou: a Praça do DESUP.

A programação do evento contará com a participação de Oficina de Slime, Apresentação teatral (Índio) com fuxico das artes e brincadeiras. Haverá ainda Danças de Roda – Consciência Corpos-palavras.

Sem apoio financeiro para a realização do evento, os organizadores solicitam a doação de livros e gibis infanto-juvenis, que podem ser realizadas nos pontos de coleta abaixo:

Biblioteca Espaço Casa Viva (REDE CCAP) – . Dr. Luís Gregório de Sá, 46 – Manguinhos

Instituto Vivian Boiko – Rua Barão de Mesquita, 277 – Tijuca

ICICT/FIOCRUZ – Campus Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz
SERVIÇO:
PICNIC LITERÁRIO DE MANGUINHOS
QUANDO? Dia 23 de Março – 15 horas
ONDE? Praça do DESUP
REALIZAÇÃO: Experimentalismo Brabo e Recriando Manguinhos.
APOIO: Museu da Vida, ICICT/FIOCRUZ, ENSP/FIOCRUZ, Biblioteca Espaço Casa Viva, Intrépida Trupe, Fala Manguinhos, Redeccap.
https://www.google.com/maps?safe=off&q=biblioteca+parque+de+manguinhos+como+chegar&um=1&ie=UTF-8&sa=X&ved=0ahUKEwiH8r-ln6zgAhWRHLkGHVDJAJgQ_AUIDigB

Mais informação sobre o evento:

Ellen Grace – 21 97476-1254
Elenice – 21 97531-9900

Três mulheres guerreiras de Manguinhos

Conheça a história de três mulheres guerreiras do Complexo de Favelas de Manguinhos, registradas em poesia de cordel.

Norma Maria é psicopedagoga e coordena o Projeto Marias, que olha, acolhe e informa as famílias de crianças com deficiência. Lauzinha é dona de um tradicional reduto da cultura popular em Manguinhos, frequentado por artistas como Celeste Estrela, que valorizam a arte produzida na favela. São mulheres guerreiras de Manguinhos!

Baixe os folhetos nos links abaixo:

Projeto Marias surge: Manguinhos é o local. Como posso ajudar o meu filho especial? Veio gente até de longe se juntar: achou legal.

O Boteco da Lauzinha já é grande tradição e há mais de 20 anos na favela é atração. Quem conhece se encanta, guarda o bar no coração !

Celeste Estrela começou a fazer arte antes de adolescente. Criativa desde cedo, querida por toda a gente… Ela é Celeste Estrela: poetisa competente!

 

Cultura na favela é tema de aula inaugural da EJA Manguinhos (EPSJV/FIOCRUZ)

epsjv leo salo mesa abertura.jpg

Com o tema ‘Na favela tem cultura? Tem sim, senhor!’, a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) promoveu, no dia 20 de fevereiro, a aula inaugural da Educação de Jovens e Adultos (EJA-Manguinhos). Como no primeiro semestre da EJA o eixo temático é ‘Identidade e Cultura Local’, o encontro contou com lideranças e referências culturais de Maré e Manguinhos, favelas localizadas no território da Fiocruz.

A EJA Manguinhos é coordenada pela EPSJV/Fiocruz e reúne cerca de 228 alunos que têm aulas nas sedes da Escola e da Rede CCAP (Rede de Empreendimentos Sociais para o Desenvolvimento Socialmente Justo, Democrático, Integrado e Sustentável), organização não governamental, em Manguinhos. Em cada semestre letivo, o tema definido pela coordenação do curso é trabalhado de forma integrada entre as disciplinas. “Conseguimos aproximar o eixo temático da realidade concreta desses territórios e de nossas educandas e educandos. As questões identitárias e culturais são, ao mesmo tempo, formas de produzir a nossa existência e nos fortalecer na resistência, afirmando uma vez mais nosso projeto pedagógico vinculado à autonomia e emancipação da classe trabalhadora”, destacou Marcello Coutinho, um dos coordenadores da EJA-Manguinhos.

O ativista cultural e fotógrafo, Leo Salo, contou a experiência do ‘Experimentalismo Brabo’, um coletivo que há seis anos se propõe a registrar a vivência de moradores de Manguinhos com suporte da poesia popular. Foi a partir do coletivo que Leo produziu uma série de folhetos sobre atores culturais marcantes, como Dona Celeste, atriz, cantora e poetisa de Manguinhos. “Uma estrela mineira brilha muito na favela. É orgulho de Manguinhos. Você sabe o nome dela? Hoje eu falo de uma artista, da verdade, sem balela. Reloginho anuncia a hora de acordar. Madrugada triste na favela há de findar. Lá no beco tem Celeste. Sonho e vida vai nos dar”, diz um trecho da poesia.

Após a mesa de abertura, o Ebrabo realizou uma intervenção braba no auditório da EPSJV.

Leia a matéria completa aqui

 

Eu só quero é ser feliz

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A Comissão Contra a Violência em Manguinhos organizou uma caminhada, que contou com o apoio de diversos coletivos. Manguinhos, Mandelas, Amorim e favelas convidadas manifestaram sua sede por garantia de direitos e ações contra a violência através da música, da arte, da cultura e da política. Os trabalhadores das favelas querem ser os protagonistas de suas vidas e gritam contra todas as formas de silenciamento.

Moradores e  apoiadores de outros lugares da cidade se divertiram, conhecendo coletivos locais e mostraram o desejo de paz na favela, com garantia de direitos para nossas crianças, jovens e familiares!