Lançamento do folheto de cordel “Sobre a Palhaça Primeira Dama”

Folheto de cordel "Sobre a Palhaça Primeira Dama"

Folheto de cordel “Sobre a Palhaça Primeira Dama”

Escrito por Leo Salo, o folheto de cordel “Sobre a Palhaça Primeira Dama” conta a verdadeira história desta famosa e garbosa palhaça: de onde ela veio, onde mora, qual seu verdadeiro nome, dentre outras curiosidades, que todos sempre tiveram sobre a palhaça, nos asilos e orfanatos que já visitou.

A publicação foi lançada hoje, com um espetáculo “Sobre a Primeira Dama”, baseado na poesia do folheto. O evento foi uma realização da Prefeitura de Niterói, por meio do Projeto Arte na Rua (Secretaria Municipal de Cultura/Fundação de Artes de Niterói) e aconteceu na Pista de Patinação do Campo de São Bento, em Icaraí. Cerca de 250 pessoas compareceram ao local.

O Ebrabo agradece de coração a todos, em especial os amigos que acompanham e acreditam em nosso trabalho. As fotos do evento são de Jeferson Mendonça e podem ser vistas em nossa página do Facebook.

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Encontro Brabo de gerações comemora dia das mães em Niterói

Encontro Brabo de Gerações no Horto do Barreto

A contadora de histórias Cristina Pizzotti comandou a nossa apresentação em homenagem ao dia das mães em Niterói-RJ. Realizada no Parque Palmir Silva (Horto do Barreto), a atividade teve como convidada especial a seresteira maratimba Zezé de Souza. Ao lado da Cristina e da Palhaça Primeira Dama, a artista recitou poemas e cantou em homenagem ao dia das mães. Participaram da atividade crianças, adultos e idosos.

A ação marcou o encerramento do Projeto Geração da Leitura, que contou com o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, que promoveu uma agenda de ações de promoção da leitura no Abrigo do Cristo Redentor de São Gonçalo e atividades de troca cultural entre gerações em escolas do Rio.

Veja as fotos aqui.

Por que estamos no asilo?

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Estamos no asilo porque:
fomos aprovados no edital legal,
de nossa função social;

entendemos que o asilo é um

ponto de cultura vivo;

e arte e vida pra nós,
são uma coisa só.

O projeto de tratar o idoso como um resto, advindo
de uma sociedade cruel e individualista
foi vetado por nossa diretoria braba;

nossa arte procura a escuta
nossa escuta procura o afeto
nosso afeto procura o outro
nosso outro procura a nós mesmos

e nos afasta de nossos egos.

Estamos no asilo porque nos inspiramos também em Janaína Michalski e como ela

não acreditamos em ninguém que se diga artista
e não assuma riscos,
que se furte a debates complexos,
que não se responsabilize por posições,
que engrosse a nação de patetas,
que não tenha um profundo vinculo comunitário e
coletivo, que negue um convite à reinvenção de
qualquer lógica vigente.

Estamos no asilo porque ele clama pela desordem das nossas cores

e das nossas vozes, que juntas pulsam paz.

Dia do Índio com Ebrabo no Arte na Rua

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O Projeto Arte na Rua (Secretaria Municipal de Cultura e pela Fundação de Arte de Niterói), que desde março de 2013 promove atividades e apresentações artísticas gratuitas em ruas, praças e equipamentos culturais da cidade de Niterói, levou hoje o Experimentalismo Brabo para o Barreto. A apresentação aconteceu hoje (19 de abril) no Parque Palmir Silva e contou com: Primeira Dama, Lelê Vita, Camila Lima e Melissa Coelho.

“Experimentando um pouco da cultura indígena” é uma atividade lúdica onde é possível ouvir histórias e lendas, bem como aprender brincadeiras, danças e canções indígenas. A apresentação visou promover aos participantes o contato com alguns aspectos da tradição oral de nossos antepassados, que já viviam aqui antes da chegada dos portugueses. Conhecer um pouco desta cultura é conhecer a nós mesmos. Considerando que mutas vezes a cultura indígena é distorcida, ou mesmo ignorada, o Coletivo aproveita a ocasião para provocar com arte algumas reflexões sobre o índio, trazendo à tona um pouco desta sua riqueza imaterial.

Fotos da apresentação na página do fotógrafo Jeferson Mendonça e na página da Cultura Niterói.

Dançar sentado pode?

Encontro Brabo: jovens e idosos de Manguinhos

Encontro Brabo: jovens e idosos de Manguinhos

Pode! Pode dançar sentado. Especialmente se dançar sentado possa ser uma forma de fazer jovens, adultos e idosos brincarem como iguais, sem distinção de idade. Dançar sentado pode! A ideia fica ainda melhor se houver uma troca de energias que permita a todos saírem dessa roda mais felizes do que entraram, surpreendendo-se em vivenciar como pode ser simples escutar o outro e beber dessa água que é gente. Há várias formas de fazer isso e hoje descobrimos que a dança é uma delas. E sim, pode dançar sentado!

Esta reunião braba aconteceu na “gaiola” da ENSP. É a Sala do PASI – Programa de Atenção à Saúde do Idoso do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria. Além dos idosos de Manguinhos usuários do serviço de saúde, jovens alunos do Programa de Produção Cultural em Divulgação Científica do Museu da Vida.

Melissa Coelho contou histórias da Amazônia. Histórias que de alguma forma se relacionavam à dança, nosso elemento de integração da tarde. Em seguida, Carlos Bizarro e Leila Rasina falaram sobre promoção da saúde do idoso, e como atividades simples como dançar sentado, ou mesmo a brincadeira de tentar lembrar os detalhes das histórias contadas por Melissa podem fazer bem para a saúde.

Finalmente então chegou a hora da integração. Pela dança! Primeiramente todos sentados, e logo em seguida, todos em pé, dançando em pares. A brincadeira terminou com todos em roda celebrando o encontro. Na dança, Jovens e idosos brincaram, sorriram e sentiram como podemos ser iguais, apesar das diferenças. Errar era divertido e o que mais importava ali era uma troca de afetos, onde pelas expressões felizes no rostos, a imensa maioria dos 53 presentes saiu desse encontro mais feliz do que entrou.

Viva!

Melissa Coelho conta histórias da Amazônia

Melissa Coelho conta histórias da Amazônia

Esta foi mais uma atividade do Projeto Geração da Leitura tem como objetivo estimular o intercâmbio cultural entre idosos, visitantes e funcionários do Abrigo do Cristo Redentor de São Gonçalo, realizando atividades artísticas e culturais, que permitam a construção da memória e a valorização da cultura e da história de vida dos idosos abrigados.

Para este projeto, o Coletivo Experimentalismo Brabo conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, permitindo a realização de atividades de troca cultural entre gerações em outros territórios, em atividades como esta, em Manguinhos.

BIBLIOGRAFIA BRABA DO DIA:

SALDANHA, Paula. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.

E por falar em saudade…

Cantora Núbia Santos

Cantora Núbia Santos

A cantora Núbia Santos foi a convidada desta edição do Encontro Brabo. Conhecida nas tradicionais rodas de seresta de Niterói e São Gonçalo, Núbia é uma das mais importantes figuras deste movimento cultural. Fortemente influenciada por Elza Soares, a cantora abrilhanta as noites da cidade há muitos anos, interpretando sambas e claro, com muitas canções românticas também! Neste encontro brabo super especial,  Núbia visitou a Escola Municipal Rotary , em Jardim Mirambi – São Gonçalo-RJ.

Cristina Pizzotti mais uma vez foi a nossa mestre de cerimônias e conduziu o evento com toda a leveza e simpatia que lhes são peculiares. Para abrilhantar ainda mais a tarde, Cristina fez a litura do livro “Saudade, uma história em sete dias”, escrito pelo argentino Claudio Hochman,  e ilustrado de João Vaz de Carvalho. A edição foi pulicado pela Editora Companhia das Letrinhas. Quem apresentou o livro para Cristina foi a sua amiga, contadora de histórias e bibliotecária Regina Abrunhosa.

Após a contação da história, a jornalista Cristina pediu licença para a promotora de leitura e fez uma entrevista com Núbia, que contou histórias sobre sua música e falou sobre arte e vida. A cantora deu uma palhinha à capela, interpretando as canções “Fascinação”, “Devagar com a louça” e “A rosas não falam”. A criançada fez várias perguntas e não conteve os risos, quando a cantora entoou algumas notas à moda de Elza Soares.

Cristina Pizzotti conta histórias na Escola Municipal Rotary

Cristina Pizzotti conta histórias na Escola Municipal Rotary

O Projeto Geração da Leitura tem como objetivo estimular o intercâmbio cultural entre idosos, visitantes e funcionários do Abrigo do Cristo Redentor de São Gonçalo, realizando atividades artísticas e culturais, que permitam a construção da memória e a valorização da cultura e da história de vida dos idosos abrigados. Para este projeto, o Coletivo Experimentalismo Brabo conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o que permite ainda a realização de atividades de troca cultural entre gerações em outros territórios.

BIBLIOGRAFIA BRABA DO DIA:

HOCHMAN, Claudio. Saudade: uma história em sete dias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2013.

Margarita: filme e poesia. Qual a relação com o trabalho do Experimentalismo Brabo?

MARGARITA from HAMPA STUDIO on Vimeo.

Uma reflexão sobre Margarita

Texto de Ubirajara Rodrigues

O bacana do filme Margarita (baseado na poesia de Rubén Darío) é que ele leva o observador a criar uma argumentação própria, seguindo uma linha de raciocínio livre. Margarita esforçou-se pra conseguir a estrela no topo da montanha. Isso é importante, ela teve iniciativa própria, desenvolveu uma estratégia própria. A fada fez o papel do justo, mas no oposto da justiça brasileira, que atua bem distante do procedimento desta. A estrela estava lá pra ser alcançada por quem realmente aceitasse escalar o temeroso e abismático penhasco, um enorme desafio. Muito bom esse filme, e dá pra fazer um debate legal!

Os vaga-lumes são consciências intermediárias, que na verdade me parecem representar uma energia vinda da menina, é o poder pessoal dela, aguçado… Os vagalumes são fluídos energéticos gerados na própria pessoa. Como podemos alimentar esses vaga-lumes? Bom, de um certo modo isso já acontece, mas de maneira ainda diminuta. Todos que de uma certa maneira atuam na comunidade com arte já faz esse papel só que tem que haver maior consciência dessa ação em função de um objetivo maior, que é também algo de teor de classe. A coisa também passa pelo étnico.

Este é um assunto muito complexo, devido uma série de fatores que interessam para acontecer o que hoje se assiste, infelizmente, entre as crianças: é muita intriga e banalidade comportamental; isso é quase generalizado. Até na música, na dança… tudo está tomado de banalidade e sexualidade exacerbada entre as criança, infelizmente. A maioria, principalmente, das crianças faveladas, perderam a sensibilidade infantil, acham babaquice conto de fadas e mesmo palavras bonitas, gestos bonitos, gentileza, colaboração…

Claro que existe uma consciência obscura por detrás de tudo isso. É sistemático, interessa, sim, a esse tipo de sociedade que está estabelecida no Brasil: é uma situação monstruosa devido a sutileza empreendida para que tudo aconteça com por acaso, por força das circunstancias. É é um sistema perverso, demagogo e frio. Para esse sistema, o povo é encarado como párias.

Temos que mergulhar nisso de forma compreensível para o povo, descodificando os parâmetros que fundamentam a sutileza. Temos que fazer um esforço muito grande para que a população saia dessa letargia. Em Manguinhos, o Ecomuseu tem um papel fundamental nessa luta. Tem que se desenvolver trabalhos específicos nessa linha; inclusive as pessoas tem que pesquisar mais sobre essa realidade; pois há um grande despreparo de muita gente quanto esse assunto mais profundo. Isso engloba vários aspectos: psicológico, político, social, psíquico, antropológico, econômico, teológico, etc mas , junto tem-se as pontualidade de ações teatro, música, literatura…

Essa é uma luta muito árdua e de demorada solução, que pode demorar até séculos. Tudo isso é muito interessante. Tem aspectos pouco comentados da situação, e, que o sistema sabe, e planeja sempre para manter a hegemonia de classe no Brasil, que nas entrelinhas parece sistema de castas. As favelas tem que formar para atuar: filósofos, historiadores, psicólogos, antropólogos, formar pessoas pensantes pra influenciar no tecido psicossocial do país. Isso tem muito a ver com o jogo do poder, do domínio…crianças pobres não podem sonhar em ser nada que é de acesso das crianças das chamadas classes dominantes; por exemplo, nossas crianças não podem sonhar em ser médicas, escritoras, artistas plásticas, presidente do Brasil, governadores. Esse tipo de atravanco tem que ser denunciado de modo objetivo através de ações artísticas culturais, etc.

Ubirajara Rodrigues - foto: Bianca Mota

Ubirajara Rodrigues – foto: Bianca Mota

Contação de histórias sobre asilos e idosos no Espaço Casa Viva

Projeto Geração da Leitura

Projeto Geração da Leitura

O Coletivo Experimentalismo Brabo participou da Festa do Dia das Crianças no Espaço Casa Viva, em Manguinhos, Rio de Janeiro. A atividade se baseou nas ações do Ebrabo no Abrigo do Cristo Redentor, em São Gonçalo. A contadora de histórias Melissa Coelho fez a leitura do livro livro Guilherme Augusto Araújo Fernandes e de poesias de Cândido Portinari. Além disso, foi realizado uma espécie de “talk-show” com a Palhaça Primeira Dama, que atua no Abrigo do Cristo Redentor, em São Gonçalo. O evento provocou a reflexão sobre a valorização da história e da memória dos idosos no asilo, focando as questões tempo e memória.

Melissa levou ainda uma “”Sacola Mágica”, que guardava objetos antigos, como: fichas coloridas de ônibus, um gibi de 1975 dos PANTERAS, revistas de moda do mesmo ano, um pião de madeira de 1961 e fotografias de 1914 à 44. As artistas propuseram uma aproximação dos “universos” passado e presente,  trazendo à tona experiências das crianças com os pais, avós, e conhecidos.

Com a palavra, Melissa Coelho:

” As crianças  gostaram muito das fotografias, fazendo muitas comparações. Os tipos de penteados, as modas e hábitos antigos. Perguntaram muito sobre quem eram as pessoas retratadas, e como viviam. Lamentamos que o Nilson Medeiros não se sentiu bem e por isso não compareceu na atividade, para relatar suas vivências e ajudar nesse processo de trocas e reflexões.”

O Projeto Geração da Leitura tem como objetivo estimular o intercâmbio cultural entre idosos, visitantes e funcionários do Abrigo do Cristo Redentor de São Gonçalo, realizando atividades artísticas e culturais, que permitam a construção da memória e a valorização da cultura e da história de vida dos idosos abrigados. Para este projeto, o Coletivo Experimentalismo Brabo conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

BIBLIOGRAFIA BRABA DO DIA:

Fox, Mem. Guilherme Araújo Fernandes. São Paulo: Brinque-Book, 2013.

CADERNO de Ilustrações Oficina Portinari. Rio de Janeiro: Rede CCAP, 2013.

A Alegria do Mundo mora em Jaboatão dos Guararapes, PE.

Palhaça Alegria do Mundo

Palhaça Alegria do Mundo

O Experimentalismo Brabo encontrou a Alegria do Mundo em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Para ser ainda mais preciso, foi exatamente no bairro de Jardim Piedade que achamos esta que muitos dizem ainda não ter encontrado na vida: a Alegria do Mundo. Foi um encontro brabo não marcado, inusitado. Seria o acaso? Seria o destino fazendo as coisas se encaixarem nos seus devidos lugares? Não dá pra saber, mas dá pra contar. Bom, na verdade,  dá pra contar mais ou menos, com algumas limitações. As palavras certamente não darão conta da descrição do encontro e do batizado da Palhaça Alegria do Mundo, do brilho de seus olhos ao colocar o nariz vermelho, e tudo mais!

Demorou alguns anos para esta simpática palhaça finalmente tomar posse em sua missão de ser a alegria do mundo. Dizem que nunca é tarde para realizar sonhos, então se essa máxima tem alguma pontinha de verdade, podemos aplicá-la aqui.  A Alegria do Mundo já existia há muito tempo dentro desta simpática artista da vida. Quando criança, a Alegria do Mundo se mostrava em pequenos espetáculos teatrais, gincanas e outras atividades da escola. A menina artista cresceu, viveu, viveu, viveu… Riu, chorou, ganhou, perdeu… Viveu!

E ninguém poderia imaginar que depois de tantos anos um palhaço brabo apareceria por lá e ajudasse a realizar seu sonho. a foto mostra o exato instante do batizado da Palhaça Alegria do Mundo, que tem uma importante missão:  alegrar o Lar Geriátrico Luz do Sol. Que bons ventos sempre soprem nesta casa…

Ebrabo na 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

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Melissa Coelho representou o Coletivo Experimentalismo Brabo hoje, no Museu da Vida. A atividade integrou a programação da FIOCRUZ na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e contou com público total de 70 crianças e adolescentes. Melissa contou a história do curumim que virou Gigante de Pedra, no Rio de Janeiro e teve como cenário um espaço com fotos e painéis indígenas, que mostravam expedições do Instituto Oswaldo Cruz na Amazônia. Melissa cantou ainda músicas Guajajara e realizou dinâmicas com os nomes dos participantes da atividade. A intenção foi valorizar o potencial de cada um como contador de histórias e criador de mundos, bem como, mostrar que podem existir várias histórias sobre qualquer coisa e não apenas uma versão.
A FIOCRUZ organizou uma agenda com exposições, filmes, música, teatro, contação de histórias, jogos e bate-papo com escritores e pesquisadores. As atividades interativas foram desenhadas para interagir com diferentes faixas etárias. A temática da presente edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia foi: “a ciência e a tecnologia para o desenvolvimento social” e as atividades ocorrem entre 14 e 19 de outubro no campus Manguinhos da FIOCRUZ, no Jardim Botânico, no Palácio Itaboraí em Petrópolis e no Parque da Cidade, em Brasília. As ações são coordenadas pela Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação e pelo Museu da Vida, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
“A SNCT é um evento de diálogo entre a área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e a sociedade. Por isto, há 11 anos participamos dele com muito entusiasmo. Destaco aqui o valioso trabalho do Museu da Vida, que vem contribuindo para a organização do conjunto das atividades de todas as nossas unidades técnico científicas”, destaca a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da FIOCRUZ, Nísia Lima. Ela ressalta que o tema da Semana se constitui em uma excelente oportunidade para vincular a produção científica aos desafios sociais vivenciados atualmente pela sociedade brasileira. “A temática visa estimular as instituições a abordar a C&T como instrumento de inclusão, transformação social e desenvolvimento humano, o que está absolutamente coerente e convergente às diretrizes da Carta Política aprovada no VII Congresso Interno da FIOCRUZ”.